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1001 livros para ler antes de morrer

Lista com 1001 livros bastante recomendados

Poemas Políticos

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Teatro: Hamlet

Hamlet é uma das peças de teatro mais famosas de Shakespeare. Foi escrita entre 1600 e 1602 e impressa pela primeira vez em 1603.

Filme: Jogo de Cena

Atendendo a um anúncio de jornal, oitenta e três mulheres contaram suas histórias de vida num estúdio.

A Internacional

De pé, ó vitimas da fome. De pé, famélicos da terra

sábado, 21 de janeiro de 2012

Fórum Social Mundial 2012





Fonte


Já está disponível o caderno de programação do Fórum Social Temático 2012.

O arquivo em pode ser baixado ou impresso a partir do sítio do evento.

O FST 2012 terá mais de 900 atividades, entre palestras, oficinas, seminários, shows e apresentações artísticas.

A programação do Fórum engloba as quatro cidades sedes: Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo.
 
As tabelas indicam dia, horário e local de cada atividade, mas não as salas específicas para cada atividade em cada local onde será realizado o evento.

A informação sobre as salas específicas de cada atividade será postada no sítio fstematico2012.org.br até o início do FST 2012 e também haverá orientadores em cada local indicando as salas de cada atividade.

Consulte agora o Caderno de Programação.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Ônibus hacker invade o Rio de Janeiro

Ciberativistas armam tenda no Festival Internacional Cultura Digital.Br, que começa nesta sexta com participação de Gilberto Gil 

Por: Carlos Minuano, especial para a Rede Brasil Atual

Publicado em 02/12/2011, 16:15
Última atualização às 16:43
 


Foram cerca de nove horas de estrada da Casa de Cultura Digital até o Rio de Janeiro (Foto: Bruno Fernandes)


Rio de Janeiro – Um novo conceito de invasão hacker acaba de ser colocado em curso, literalmente. Um ônibus todo grafitado, com dezenas de ativistas do grupoTransparência Hacker partiu na tarde de quinta-feira (1º) do centro de São Paulo rumo ao Rio de Janeiro, mais exatamente para a terceira edição do Fórum de Cultura Digital. A reportagem da Revista do Brasil embarcou junto. Após duas edições na Cinemateca em São Paulo, o evento chega agora ao Rio, repaginado e com novo nome: Festival Internacional Cultura Digital.Br. O encontro começa nesta sexta-feira (2) e segue até domingo (4), no MAM (Museu de Arte Moderna) e no Cine Oden Petrobras.

Foram cerca de nove horas de estrada da Casa de Cultura Digital, sede do bando hacker em São Paulo, até a cidade maravilhosa. Sem problemas. O violão não parou de tocar no fundo do veículo, clima de festa hippie. Mas o objetivo dos jovens ativistas do Transparência Hacker vai bem além de reunir a turma e cantarolar estrada afora. A proposta da comunidade, que já tem mais de 800 integrantes conectados em uma lista virtual, é construir um novo jeito de fazer política. Mais aberto e participativo. A receita é simples: dados públicos, ferramentas de software e muitos braços e mentes da sociedade civil.

A turma, composta por gente de todos os tipos e idades, existe desde 2009. Começaram clonando o blog do planalto [planalto.blog.br] para criar uma versão com espaço para comentários, depois não pararam mais. Foram atrás de doações de campanhas eleitorais, trâmites de autorização de rádios comunitárias, entre outros. Outra hackeada que chamou a atenção foi a do serviço de reclamações da Prefeitura de São Paulo [sacsp.mamulti.com].

Por meio de uma planilha no Google, usuários podem identificar de onde eram originadas as solicitações e acompanhar a resposta – ou a falta dela. Em resumo, a proposta é justamente essa, tornar acessível de fato informações de interesse público, que ficam quase sempre ocultas em portais de transparência.

“Além da dificuldade de localizar os dados, quando se chega a eles não é possível analisar as informações”, explica Pedro Markun, ciberativista e um dos fundadores do Transparência Hacker. Comprar um veículo próprio foi uma das formas que encontraram para levar essas ideias e ações para todos os cantos do país.  “Em vez de invadir sites ou redes de computadores, vamos invadir municípios brasileiros para realizar oficinas e debates sobre transparência pública”, conta Daniela Silva, cofundadora da comunidade e parceira na empreitada hacker.    

O ônibus adquirido pelo Catarse, plataforma virtual de financiamento colaborativo, que ficou conhecida como ‘vaquinha online’, já se encontra estacionado no MAM. Ao lado dele uma tenda está armada para sediar a participação do grupo no festival. Como já é de costume entre eles, a programação é livre, construída por todos. Quem quiser participar é só chegar.

O Festival de Cultura Digital traz uma programação diversa que inclui debates, exposições, shows e oficinas. Entre os destaques, palestra de Kenneth Goldsmith, fundador do repositório de arte online Ubuweb, teleconferência com o escritor, Paulo Coelho e apresentação dos trabalhos do Dulcineia Catadora (coletivo de artistas e catadores de matérias recicláveis). Em comum, a reflexão acerca da cultura digital no Brasil e no mundo.

Abre o evento na noite desta sexta um debate com Yochai Benkler, professor de Direito na Universidade Harvard e codiretor do Centro Berkman para Internet e Sociedade Civil. A conversa será mediada por Gilberto Gil, anfitrião do evento.

Serviço

Festival de Cultura Digital
Data: Desta sexta-feira (2) a domingo (4)
Local: Museu de Arte Moderna (avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo)
Fone: (21) 2240-4944
Cine Oden Petrobras
Local: Praça Floriano, 7, Cinelândia
Fone: (21) 2240-1093
Entrada Livre

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Confira a programação cultural da cidade de Campinas

Nesta terça-feira (27), o Sesc-Campinas promove bate-papo com Rappin Hood, dentro do evento 'Expressões Urbanas' 

 

ROTEIRO CULTURAL DA CIDADE DE CAMPINAS

27/9 (TERÇA)

19h30

Expressões Urbanas
- Bate-papo com Rappin'Hood, um dos principais nomes do rap brasileiro. Participação de grupos de streetball de Campinas.

No Sesc-Campinas (Rua D. José I, 270 - Bonfim).

Entrada franca.


20h

Miles Davis em 4 Atos
– Show com Bob Wyatt (bateria), Sidmar Vieira (trompete) e Jefferson Rodrigues (saxofone), interpretando músicas da época em que Miles atuou com seu segundo quinteto. Programação da série de shows instrumentais dedicados ao jazzista norte-americano.

No Almanaque Café (Av. Albino J. B. De Oliveira, 1.240 - Barão Geraldo). Telefone (19) 3249-0014.

Couvert artístico: R$ 20,00.


J J Jackson - Show com o bluesman dentro do Projeto Andarilho Cultural.

No Andarilho Bar e Restaurante Whisky Club (Rua Sampainho, 197 - Cambuí). Telefone: (19) 3254-3721.

Ingressos: R$ 60,00 (1ª fileira), R$ 50,00 (2ª fileira), R$ 30,00 (3ª fileira) e R$ 40,00 (gargarejo). Com exceção do gargarejo, os demais valores são cobrados individualmente para no mínimo quatro pessoas por mesa.


20h30

Quase Muda
- Peça teatral do o grupo Euquasquatro de Teatro, de São Paulo. Baseada no livro Patativas, de Natalia Bonfim, a peça mostra o drama de uma jovem que sofre de anorexia nervosa. Programação do 12º Festival do Instituto de Artes da Unicamp.

No Espaço Útero de Vênus (Rua Edna de Barros Sanches, 79 - Vila Santa Isabel - Barão Geraldo).

Entrada franca.


28/09 (QUARTA)

19h

Tempo de Poesia
– Lançamento do livro e noite de autógrafos com a escritora Terezinha Maciel.

Na Livraria Fnac - Parque D. Pedro Shopping (Av. Guilherme Campos, 500 - Santa Genebra). Telefone: (19) 2101-2003.

Entrada franca


20h

De Passagem
- Exibição do filme em que próximos e cúmplices na infância, os irmãos Jefferson e Washington e o amigo Kennedy tomam rumos diferentes em suas vidas adultas.

No Sesc-Campinas (Rua Dom José I, 270 – Bonfim).

Entrada franca.


29/09 (QUINTA)

Shopping Parque Prado
– Música ao vivo com Guilherme Lama.

Na Avenida Washington Luiz, 2.480 – Parque Prado. Telefone: (19) 3776-2001.

Entrada franca.


30/09 (SEXTA)

19h30

Shopping Parque Prado
– Música ao vivo com Angélica Aranha.

Na Avenida Washington Luiz, 2.480 – Parque Prado. Telefone: (19) 3776-2001.

Entrada franca.


21h

Ciranda
– Peça teatral com Daniela Galli e Tânia Bondezan. Direção de José Possi Neto. Trama em torno do universo feminino familiar por meio da relação mãe e filha.

No Teatro Amil - Parque D. Pedro Shopping (Av. Guilherme Campos, 500 - Santa Genebra). Telefone: (19) 3756-9890.

Ingressos: R$ 50,00 (setor 1), R$ 40,00 (setor 2), R$ 25,00 (meia, setor 1) e R$ 20,00 (meia setor 2).


1/10 (SÁBADO)

21h

Ciranda
– Peça teatral com Daniela Galli e Tânia Bondezan. Direção de José Possi Neto. Trama em torno do universo feminino familiar por meio da relação mãe e filha.

No Teatro Amil - Parque D. Pedro Shopping (Av. Guilherme Campos, 500 - Santa Genebra). Telefone: (19) 3756-9890.

Ingressos: R$ 50,00 (setor 1), R$ 40,00 (setor 2), R$ 25,00 (meia, setor 1) e R$ 20,00 (meia setor 2).


2/10 (DOMINGO)

19h

Ciranda
– Peça teatral com Daniela Galli e Tânia Bondezan. Direção de José Possi Neto. Trama em torno do universo feminino familiar por meio da relação mãe e filha.

No Teatro Amil - Parque D. Pedro Shopping (Av. Guilherme Campos, 500 - Santa Genebra). Telefone: (19) 3756-9890.

Ingressos: R$ 50,00 (setor 1), R$ 40,00 (setor 2), R$ 25,00 (meia, setor 1) e R$ 20,00 (meia setor 2).

Fonte

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Anvisa adverte: Revista Veja faz mal à saúde



Por Altamiro Borges

A revista Veja não tem cura. Na edição da semana retrasada, ela estampou na capa o título “O poderoso chefão” e publicou uma “reporcagem” cheia de adjetivos contra o ex-ministro José Dirceu. O seu repórter tentou invadir o apartamento do dirigente do PT e imagens ilegais foram usadas na matéria. A ação criminosa está sendo investigada pela polícia e a Veja está acuada.

Nesta semana, na edição número 2233, a revista preferiu uma capa mais light, talvez tentando esfriar a reação à sua ação mafiosa contra Dirceu. “Parece milagre!” foi a manchete da longa reportagem sobre um novo remédio “que faz emagrecer entre sete a 12 quilos em apenas cinco meses”. Novamente, porém, a revista parece ter cometido outro crime.

Hipoglicemia, náusea e diarréia

Em comunicado oficial, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) imediatamente alertou que o remédio propagandeado pela Veja não deve ser usado como emagrecedor. “A única indicação aprovada atualmente para o medicamento é como agente antidiabético... Não foram apresentados à Anvisa estudos que comprovem qualquer grau de eficácia ou segurança do uso do produto Victoza para redução de peso e tratamento da obesidade”.

Ainda segundo o comunicado, o uso do medicamento para qualquer outra finalidade apresenta “elevado risco para a saúde da população”. O Victoza foi aprovado para comercialização em março de 2010 para uso específico no tratamento de diabetes. A Anvisa informa que foram relatados eventos adversos associados ao medicamento nos estudos clínicos, como dores de cabeça, hipoglicemia, náusea e diarréia. Ela destaca ainda os riscos de pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireóide.

Propaganda descarada 
Como relata Ligia Martins de Almeida, em artigo no Observatório da Imprensa, a revista tem o péssimo costume de propagandear remédios. “Não é a primeira vez que Veja dedica seu precioso espaço para falar de dietas milagrosas... Mas talvez seja a primeira vez que ela usa sua capa para divulgar um produto de forma tão descarada”. Os resultados desta jogada comercial são imediatos.

“O sucesso da matéria pode ser comprovado no site DoceVida, especializado na venda de produtos para diabéticos, que já no domingo trazia a reprodução da capa de Veja com a matéria sobre o remédio. O medicamento, aliás, que só pode ser vendido com receita médica e custa entre 343 e 350 reais nos sites de farmácias especializadas em vendas online... Com a matéria de Veja, certamente a procura – na internet e nos consultórios de endocrinologistas – vai aumentar muito”.

Quem tem culpa no cartório?

“Os pauteiros e editores da revista – felizes com a repercussão da matéria (porque as matérias desse tipo sempre dão excelentes resultados) – não terão qualquer sentimento de culpa se eventualmente se descobrir que os efeitos do tal medicamento podem ser péssimos para quem não tem problemas com glicemia. Até lá, terão mudado os pauteiros e os editores e os próximos poderão discutir o assunto sem qualquer culpa no cartório”.

“O que Veja deixou claro, com essa matéria, é que a responsabilidade da imprensa com os seus leitores nem sempre vem em primeiro lugar. A vontade de causar impacto (ou talvez de atender os interesses de seus anunciantes) às vezes fala mais alto”, conclui Ligia Martins de Almeida, que até pegou leve com a inescrupulosa e ambiciosa famiglia Civita, dona da revista.

O crime não será punido?

Como ensina o professor Dênis de Moraes, no livro “Por uma outra comunicação”, a mídia privada e monopolizada tem interesses políticos e econômicos. Na “reporcagem” contra Dirceu, ela visou desgastar e enquadrar o governo Dilma. Já na matéria sobre o remédio milagroso, os interesses comerciais e publicitários falaram mais alto. Nos dois casos, a revista Veja cometeu crimes.
Será que o laboratório que fabrica o Victoza pagou pela chamativa propaganda na capa da Veja? Ele banca anúncios publicitários na revista? Quais seriam os valores? Existe “caixa-2” no mercado publicitário? Isto não configuraria uma forma de corrupção? Se a saúde da população é colocada em “risco elevado”, não caberia aos poderes públicos tomarem providência contra a revista?

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